Olá Galera!
Estive no ultimo feriado do dia 02 de Novenmbro, na cidade de Curitiba (capital do paraná),e fiquei impressionado pelo que vi.Um cidade linda, muito organizada e limpa, andando por lá, fiquei refletindo em nosso país e percebi, que quando a força de vontade, há mudanças,pois a capital do paraná tem cerca de dois milhões e meio de habitantes, junto com a sua região metropolitana, e nem por isso é uma cidade feia,suja e bagunçada.
Sempre que vou viajar para fora do estado de São Paulo, percebo que o Brasil por muitas vezes só funciona aqui, ou até mesmo parece que o país é só aqui,por falta de vontade de muitos politicos,que governam só para si mesmo, a maioria dos estados brasileiros, sofrem com falta de infra-estrutura em todos os setores da sociedade.Mas pude perceber,que existe certas regiões do Brasil, onde a ganância pelo poder não impera, e cidadãos comums como nós, podem ter uma boa qualidade de vida, mesmo morando em uma grande cidade.
E esse é o caso de Curitiba, uma cidade, onde seus moradores tem uma ótima qualidade de vida,e se orgulham por isso.É claro que nem tudo é perfeito, mas por se tratar de Brasil, e ainda mais do jeito que os nossos governantes comandão nossa nação. Passeando por Curitiba,vendo seus belos pontos turisticos,como o"museu Oscar Niemayer,o estádio Arena da baixada eo teatro do HSBC no centro da cidade",nos dá a esperança que esse país ainda tem jeito, e que em breve todos nós brasileiros vamos ter uma qualidade de vida digna, por toda a nação e não apenas em algumas cidades.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
Museu da Lingua Portuguesa
Para os paulistanos que procuram lazer, sem ter que desenbolsar uma quantia significativa de dinheiro, o Museu da Lingua Portuguesa, é uma ótima opção de lazer e cultura, o museu fica localizado na antiga estação da luz no centro da cidade,e lá você pode se divertir e aprender ao mesmo tempo,com um preço de entrada cabivel no bolso de todos,ele é um lugar muito procurado pelos moradores dessa cidade.
O Museu, ocupa três andares do prédio da estação da luz, sendo o primeiro para as exposições que acontecem frequentemente, o segundo retrata a lingua portuguesa,e o terceiro é um auditório, que acontecem algumas apresentações retratando nossa lingua portuguesa.Atualmente o museu esta com a exposição"A França no Brasil em todos os sentidos", mostrando os franceses em inflência nossa fala e costumes, englobando toda a cultura brasileira.
Por isso vale a pena conferir essa exposição, e também passear com a familia ou os amigos no museu, pois é muito divertido, sem contar que acabamos aprendendo mais sobre essa rica lingua, falada por mais de 200 milhões de pessoas ao redor do mundo,a lingua portuguesa.
O Museu, ocupa três andares do prédio da estação da luz, sendo o primeiro para as exposições que acontecem frequentemente, o segundo retrata a lingua portuguesa,e o terceiro é um auditório, que acontecem algumas apresentações retratando nossa lingua portuguesa.Atualmente o museu esta com a exposição"A França no Brasil em todos os sentidos", mostrando os franceses em inflência nossa fala e costumes, englobando toda a cultura brasileira.
Por isso vale a pena conferir essa exposição, e também passear com a familia ou os amigos no museu, pois é muito divertido, sem contar que acabamos aprendendo mais sobre essa rica lingua, falada por mais de 200 milhões de pessoas ao redor do mundo,a lingua portuguesa.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
PISTAS DE SKATES COM ACESSO GRATUITO
Capital / Aricanduva Pista do Limoeiro - Construída em apenas 05 dias, conta com uma 45° imensa, um spine, um palquinho, mini-ramp e um quarter que emenda com um carving, tudo em concreto. Av. Ragheb Chohfi, altura do nº. 5600, São Mateus
Parque Arariba Pista pública do Parque Arariba Av. Carlos Caldeira Filho, zona sul. Pista com banks de bordas arredondadas e obstáculos de street feitos com cimento e ferro. Esta pista existe desde 1993. Avenida Carlos Caldeira Filho, na zona sul.
Penha Mini-Ramp no canteiro central da Avenida Governador Carvalho Pinto, próximo ao campo do Jaú Futebol Clube.
São Mateus A pista do Limoeiro foi construída em apenas 05 dias e conta com uma 45º imensa, spine, palquinho, mini ramp e um quarter que emenda com um carving, tudo em concreto.
Avenida Ragheb Chohfi, altura do nº. 5600, São Mateus
Saúde Inaugurada em 1994, é formada por half-pipe, mini-rampa, spine e rampas na parede para wall rides. Fica embaixo do viaduto Maria Maluf, embaixo dos Três Tombos, protegido de chuva.
SANTO ANDRÉ Skatepark da Tent Beach Mini-ramp de 6m de largura e halp pipe de 12,8 m de largura 2º a sábado das 10 às 22h, domingo das 14 às 20h e Conta também com uma Board Shop Completa e Venice Hamburgueria Rua Ramiro Colleoni, 225 - Tel: (11) 4994-4364 - www.tentbeach.com.br
SANTOS Praça Palmares Canal 4 banks Emissário Canal 1 na divisa de Santos em São Vicente
SÃO BERNARDO Uma das pistas públicas mais antigas, erguida em 1982, já sofreu várias alterações. Hoje contêm, área de street com rampas de jump, pequeno palco e cano de rockslide, um half-pipe, mini-ramp e um banks no formato de um trevo completam as atrações.
A iluminação da pista garante as sessões noturnas, e a prefeitura de São Bernardo construiu ainda mais 14 mini-ramps espalhadas pelo município. Em frente ao Paço Municipal de São Bernardo do Campo.
SÃO CAETANO Skatepark muito clássica com tudo o que tem direito Mantido pela associação local, rolam vários campeonatos Av. Senador Simonsen, bairro Cerâmi
Parque Arariba Pista pública do Parque Arariba Av. Carlos Caldeira Filho, zona sul. Pista com banks de bordas arredondadas e obstáculos de street feitos com cimento e ferro. Esta pista existe desde 1993. Avenida Carlos Caldeira Filho, na zona sul.
Penha Mini-Ramp no canteiro central da Avenida Governador Carvalho Pinto, próximo ao campo do Jaú Futebol Clube.
São Mateus A pista do Limoeiro foi construída em apenas 05 dias e conta com uma 45º imensa, spine, palquinho, mini ramp e um quarter que emenda com um carving, tudo em concreto.
Avenida Ragheb Chohfi, altura do nº. 5600, São Mateus
Saúde Inaugurada em 1994, é formada por half-pipe, mini-rampa, spine e rampas na parede para wall rides. Fica embaixo do viaduto Maria Maluf, embaixo dos Três Tombos, protegido de chuva.
SANTO ANDRÉ Skatepark da Tent Beach Mini-ramp de 6m de largura e halp pipe de 12,8 m de largura 2º a sábado das 10 às 22h, domingo das 14 às 20h e Conta também com uma Board Shop Completa e Venice Hamburgueria Rua Ramiro Colleoni, 225 - Tel: (11) 4994-4364 - www.tentbeach.com.br
SANTOS Praça Palmares Canal 4 banks Emissário Canal 1 na divisa de Santos em São Vicente
SÃO BERNARDO Uma das pistas públicas mais antigas, erguida em 1982, já sofreu várias alterações. Hoje contêm, área de street com rampas de jump, pequeno palco e cano de rockslide, um half-pipe, mini-ramp e um banks no formato de um trevo completam as atrações.
A iluminação da pista garante as sessões noturnas, e a prefeitura de São Bernardo construiu ainda mais 14 mini-ramps espalhadas pelo município. Em frente ao Paço Municipal de São Bernardo do Campo.
SÃO CAETANO Skatepark muito clássica com tudo o que tem direito Mantido pela associação local, rolam vários campeonatos Av. Senador Simonsen, bairro Cerâmi
FEIRA DE MUSICA AGITA CAPITAL PAULISTA
Por: Wellington Vicente
Milhares de pessoas visitaram o expocenter-norte, para prestigiar á maior feira de musica da América Latina a "Expomusic 2009".Na sua vigésima sexa edição,a feira contou com diversos fabricantes de instrumentos musicais, que ocuparam o centernorte com seus stands.
Várias bandas da cena alternativa (principalmente as de rock) também estiveram presente, tocando e participando de work shops pelos stands da feira.Os guitarristas Juninho Afram (banda de rock gospel Oficina g3) e Kiko Loureiro (Angra) foram os musicos mais solicitados na feira,para mostrarem suas habilidades com a guitarra.
A feira aconteceu nos dias 23,24,25,26 e 27 de Setembro e contou com um enorme público todos os dias.Para quem perdeu a "expomusic 2009", só basta esperar a próxima feira no ano que vem.segunda-feira, 12 de outubro de 2009
AS GALERIAS DO CENTRO DE SÃO PAULO
Andar pelas ruas do centro de São Paulo é sempre estar em busca de entretenimento, e as galerias localizadas no Largo do Paissandu, fazem parte desse roteiro. Lá você encontra sempre uma galera em busca de diversão. Eles se reúnem todos os fins de semana nas galerias para fazerem suas compras e se divertirem, mais do que isso, essa galera está sempre em busca de novos utensílios (roupas, calçados, pulseiras, CDs e divulgações de eventos).
Nas galerias como a do “rock” que não é só freqüentada por roqueiros, é comum ver jovens de outras tribos urbanas como regueiros, clubers e rappers.
Fundada no início da década de 80, a galeria tem freqüentadores assíduos, dentre eles, Marcelo Casagrande, 38, que se tornou comerciante e possui uma loja no térreo há 6 anos, aonde o hip hop se destaca com artigos musicais das décadas de setenta e oitenta, voltadas mais para o soul e a Black music. Para Marcelo o rap antes era um funk falado. “No início da década de noventa o rap era saudável e era uma forma de protesto, hoje em dia, o hip hop está banalizado como qualquer outra cultura de periferia. As roupas também era forma de protesto e hoje não passam de moda jovem. A galeria é freqüentada por todos os tipos de classes sociais, coisa que antes não se via, pois só os jovens das periferias visitavam as galerias, hoje, os que têm condições mais elevadas também visitam, mesmo sabendo que a uma forte rejeição
da galera do gueto”, desabafa Marcelo. Além das lojas de roupas e calçados, as galerias também possuem cabeleireiros especializados em cabelos afros, e eles tem clientes famosos como a Negra Li. A maioria das pessoas que frequentam esses cabeleireiros, costumam fazer drads e rastafaris e chegam a desembolsar de 100 a 500 reais em suas cabeleiras, é o que nos relata a cabeleireira Luane Nobre, 19, que trabalha a um ano na Galeria Presidente. Para aqueles que curtem roupas bem despojadas, que é o caso dos jovens da cultura hip hop, você pode encontrar camisetas de seu cantor favorito por R$ 28,00, boné por R$ 30,00, calça larga por R$ 50,00 ou importados em que o preço é bem mais elevado, como um tênis por R$ 310,00, um boné por R$ 100,00 e um relógio por R$ 150,00.
É normal ver famílias passeando pelos corredores das galerias em meio a roqueiros, rappers e regueiros, que são a maioria nesses lugares. “A galeria é um centro cultural, todo mundo se encontra para trocar idéias e informações” diz o músico Erick Marçal, 28 anos.
Muitas lojas de música nas Galerias do Rock e Presidente são também selos musicais e gravadoras como a loja Pegada Preta na Presidente, que tem como sócios Carlos Silva e Davi César que não só vendem roupas e acessórios para o público do rap, como também promovem eventos e shows na cena alternativa do hip hop paulista. Para eles o movimento hip hop é muito descriminado, mas está em evolução.
Do lado da Galeria do Rock e aos fundos da Galeria Presidente, está a Galeria “Olido” que não tem loja de roupas ou cabeleireiros, pois é uma galeria de artes. Nessa galeria acontecem diversos eventos culturais, um lugar importante para a cultura de rua, pois já foi palco de muitas manifestações do hip hop. Nos anos de 1990 nesta galeria acontecia a famosa rinha de mcs (quando um mestre de cerimônia disputa com outro, rimando palavras feitas na hora) e outras manifestações culturais, que ainda acontecem por ali.
Portanto, aqueles que acham que no centro dessa metrópole não tem nada de divertido para se fazer, engana-se, pois as galerias que ficam no centro velho, têm muitas coisas para se vê, sem dizer que é um ótimo roteiro cultural, pois ali você pode fazer suas compras e ainda encontrar os jovens amantes da cena underground e alternativa de São Paulo.
Wellinghton Vicente
Nas galerias como a do “rock” que não é só freqüentada por roqueiros, é comum ver jovens de outras tribos urbanas como regueiros, clubers e rappers.
Fundada no início da década de 80, a galeria tem freqüentadores assíduos, dentre eles, Marcelo Casagrande, 38, que se tornou comerciante e possui uma loja no térreo há 6 anos, aonde o hip hop se destaca com artigos musicais das décadas de setenta e oitenta, voltadas mais para o soul e a Black music. Para Marcelo o rap antes era um funk falado. “No início da década de noventa o rap era saudável e era uma forma de protesto, hoje em dia, o hip hop está banalizado como qualquer outra cultura de periferia. As roupas também era forma de protesto e hoje não passam de moda jovem. A galeria é freqüentada por todos os tipos de classes sociais, coisa que antes não se via, pois só os jovens das periferias visitavam as galerias, hoje, os que têm condições mais elevadas também visitam, mesmo sabendo que a uma forte rejeição
da galera do gueto”, desabafa Marcelo. Além das lojas de roupas e calçados, as galerias também possuem cabeleireiros especializados em cabelos afros, e eles tem clientes famosos como a Negra Li. A maioria das pessoas que frequentam esses cabeleireiros, costumam fazer drads e rastafaris e chegam a desembolsar de 100 a 500 reais em suas cabeleiras, é o que nos relata a cabeleireira Luane Nobre, 19, que trabalha a um ano na Galeria Presidente. Para aqueles que curtem roupas bem despojadas, que é o caso dos jovens da cultura hip hop, você pode encontrar camisetas de seu cantor favorito por R$ 28,00, boné por R$ 30,00, calça larga por R$ 50,00 ou importados em que o preço é bem mais elevado, como um tênis por R$ 310,00, um boné por R$ 100,00 e um relógio por R$ 150,00.
É normal ver famílias passeando pelos corredores das galerias em meio a roqueiros, rappers e regueiros, que são a maioria nesses lugares. “A galeria é um centro cultural, todo mundo se encontra para trocar idéias e informações” diz o músico Erick Marçal, 28 anos.
Muitas lojas de música nas Galerias do Rock e Presidente são também selos musicais e gravadoras como a loja Pegada Preta na Presidente, que tem como sócios Carlos Silva e Davi César que não só vendem roupas e acessórios para o público do rap, como também promovem eventos e shows na cena alternativa do hip hop paulista. Para eles o movimento hip hop é muito descriminado, mas está em evolução.
Do lado da Galeria do Rock e aos fundos da Galeria Presidente, está a Galeria “Olido” que não tem loja de roupas ou cabeleireiros, pois é uma galeria de artes. Nessa galeria acontecem diversos eventos culturais, um lugar importante para a cultura de rua, pois já foi palco de muitas manifestações do hip hop. Nos anos de 1990 nesta galeria acontecia a famosa rinha de mcs (quando um mestre de cerimônia disputa com outro, rimando palavras feitas na hora) e outras manifestações culturais, que ainda acontecem por ali.
Portanto, aqueles que acham que no centro dessa metrópole não tem nada de divertido para se fazer, engana-se, pois as galerias que ficam no centro velho, têm muitas coisas para se vê, sem dizer que é um ótimo roteiro cultural, pois ali você pode fazer suas compras e ainda encontrar os jovens amantes da cena underground e alternativa de São Paulo.
Wellinghton Vicente
REFERENCIA BRASILEIRA NO BREAK DANCE
Considerado ente os 16 melhores do mundo, aos 26 anos Pelezinho ganha a vida dançando break, e já percorreu países como México, Portugal, Coréia, Colômbia, África do Sul, Austrália, Inglaterra, Alemanha e recentemente Paris, onde disputou no mês de maio o EUROBATLE 2009, campeonato mundial de break dancing que envolve cinco categorias na competição – Bboyng, Bgirling, Locking, Popping e Newschool.
Após uma disputa com fortes concorrentes representantes dos EUA, Coréia e França, Pelezinho vence o campeonato e deixa o Brasil no topo, se tornando referência mundial.
Lucimara Santos
Após uma disputa com fortes concorrentes representantes dos EUA, Coréia e França, Pelezinho vence o campeonato e deixa o Brasil no topo, se tornando referência mundial.
Lucimara Santos
Point do Hip Hop em Diadema
Inaugurada em 1994, o Centro Cultural Canhema mais conhecido como Casa do Hip Hop oferece cursos gratuitos a pessoas de várias faixas etárias. A casa conta com uma biblioteca pública e um acervo sobre toda a história da cultura negra e do movimento Hip Hop.
Toda orientação e filosofia desta cultura de rua, que é transmitida pelo orientador Nino Brown. Considerada como ponto de encontro para os jovens de várias regiões, a casa fica aberta diariamente e principalmente aos fins de semana para qualquer pessoa que queira aprender e se divertir longe das drogas. (Carla C. D. Silva)
Toda orientação e filosofia desta cultura de rua, que é transmitida pelo orientador Nino Brown. Considerada como ponto de encontro para os jovens de várias regiões, a casa fica aberta diariamente e principalmente aos fins de semana para qualquer pessoa que queira aprender e se divertir longe das drogas. (Carla C. D. Silva)
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